Quantas vezes já não nos encontramos numa situação chata, onde o outro fere nossos sentimentos, não correspondendo nossas expectativas? Quantas vezes não nos decepcionamos com ações ou palavras ditas no momento em que nos encontramos mais fragilizados?
Não tenho mais dedos pra contar as vezes que isso me aconteceu...foram tantas...Uma dor tão profunda me acometia nessas horas.
Agora, para ser justa, resolvi pensar de forma diferente...Parar de apontar para o "rabo" do outro, me levantando e olhando o meu...
As perguntas soam diferente agora..." Quantas vezes já não feri os sentimentos de outras pessoas, não correspondendo às suas expectativas?" "Quantas vezes já não decepcionei as pessoas, justamente no momento em que elas se encontravam mais fragilizadas?"
Minhas palavras são sinceras, e disso subentende-se ásperas. Sou prática e objetiva, e disso subentende-se indiferente.
Muitas vezes fico trancafiada em meus pensamentos, e disso subentende-se distante.
Todos os adjetivos têm sua variação...variam de acordo com nosso ânimo, estado de espírito. Varia de acordo com "quem diz" e "quem escuta".
Sempre vamos nos magoar, isso é inerente ao ser humano, pois criamos expectativas na ânsia de encontrarmos pessoas tão "perfeitas" quanto nós. E outro, muitas vezes,m interpreta esse papel tão bem, na ânsia de aceitação. E na crise, mostramo-nos como realmente somos: formigas perdidas em dia de chuva!
Tirando toda a parafernalha que nos enfeita, somo apenas seres nos primeiros graus evolutivos, e nada mais...
Um dia eu choro, no outro faço você chorar. Fato.
Então por quê subtrairmos de nós mesmos o dom do perdão? A maravilhosa sensação de ver aquele sorriso brotar em meio às lágrimas, de respirar aliviado quando toda a tensão se vai?
Quando dar a segunda chance? Na segunda mancada. Aí na terceira pisada na bola, a gente dá a terceira chance, e por aí segue...
Enquanto existir amor dentro nós, vale o esforço!
Não tenho mais dedos pra contar as vezes que isso me aconteceu...foram tantas...Uma dor tão profunda me acometia nessas horas.
Agora, para ser justa, resolvi pensar de forma diferente...Parar de apontar para o "rabo" do outro, me levantando e olhando o meu...
As perguntas soam diferente agora..." Quantas vezes já não feri os sentimentos de outras pessoas, não correspondendo às suas expectativas?" "Quantas vezes já não decepcionei as pessoas, justamente no momento em que elas se encontravam mais fragilizadas?"
Minhas palavras são sinceras, e disso subentende-se ásperas. Sou prática e objetiva, e disso subentende-se indiferente.
Muitas vezes fico trancafiada em meus pensamentos, e disso subentende-se distante.
Todos os adjetivos têm sua variação...variam de acordo com nosso ânimo, estado de espírito. Varia de acordo com "quem diz" e "quem escuta".
Sempre vamos nos magoar, isso é inerente ao ser humano, pois criamos expectativas na ânsia de encontrarmos pessoas tão "perfeitas" quanto nós. E outro, muitas vezes,m interpreta esse papel tão bem, na ânsia de aceitação. E na crise, mostramo-nos como realmente somos: formigas perdidas em dia de chuva!
Tirando toda a parafernalha que nos enfeita, somo apenas seres nos primeiros graus evolutivos, e nada mais...
Um dia eu choro, no outro faço você chorar. Fato.
Então por quê subtrairmos de nós mesmos o dom do perdão? A maravilhosa sensação de ver aquele sorriso brotar em meio às lágrimas, de respirar aliviado quando toda a tensão se vai?
Quando dar a segunda chance? Na segunda mancada. Aí na terceira pisada na bola, a gente dá a terceira chance, e por aí segue...
Enquanto existir amor dentro nós, vale o esforço!
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