Buzinas, falatório, cachorros latindo e choro de criança... Aff!!!
Como é bom termos um minuto de silêncio. Como é maravilhoso aquele momento em que nos encontramos em nossa própria companhia, e de ninguém mais.
O ouvido busca algum outro som, senão o de nossa respiração...tudo quieto.
Então a gritaria começa. Mas de onde ela vem, se tudo está tão calmo? Vem do lugar de onde menos esperamos, aquele lugar que sempre estamos ocupados demais para visitar: de nós mesmos, de nossos pensamentos, de nossa alma.
Isso! É exatamente ali que quero chegar. Ter uma bate-papo comigo, sem interferências, sem uma terceira pessoa se intrometendo na conversa e impondo seus pontos de vista já tão ultrapassados!
E então o diálogo mais importante começa...E se existe alguém com que eu não tenha argumentos suficientemente fortes para uma discussão calorosa é comigo mesma, com a velha sábia e rabujenta que mora dentro de mim.
Ela me faz acordar e abrir os olhos para tudo ao meu redor, mas numa visão completamente nova, detalhista, chata.
Apesar de exigente, é ela mesma que me impulsiona a ser melhor, a ser maior em minha insignificância, a perceber o outro, não com o olhar distanciado, mas SER o outro por alguns segundos.
E é justamente aí que me encontro. É nesse papo tão absurdo, que encontro o que chamamos de Deus.
Vale a pena tentar...
Como é bom termos um minuto de silêncio. Como é maravilhoso aquele momento em que nos encontramos em nossa própria companhia, e de ninguém mais.
O ouvido busca algum outro som, senão o de nossa respiração...tudo quieto.
Então a gritaria começa. Mas de onde ela vem, se tudo está tão calmo? Vem do lugar de onde menos esperamos, aquele lugar que sempre estamos ocupados demais para visitar: de nós mesmos, de nossos pensamentos, de nossa alma.
Isso! É exatamente ali que quero chegar. Ter uma bate-papo comigo, sem interferências, sem uma terceira pessoa se intrometendo na conversa e impondo seus pontos de vista já tão ultrapassados!
E então o diálogo mais importante começa...E se existe alguém com que eu não tenha argumentos suficientemente fortes para uma discussão calorosa é comigo mesma, com a velha sábia e rabujenta que mora dentro de mim.Ela me faz acordar e abrir os olhos para tudo ao meu redor, mas numa visão completamente nova, detalhista, chata.
Apesar de exigente, é ela mesma que me impulsiona a ser melhor, a ser maior em minha insignificância, a perceber o outro, não com o olhar distanciado, mas SER o outro por alguns segundos.
E é justamente aí que me encontro. É nesse papo tão absurdo, que encontro o que chamamos de Deus.
Vale a pena tentar...
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