Vivemos nossos dias apenas descartando as folhinhas do calendário, sem nos darmos conta da beleza que nos cerca, das pessoas maravilhosas que fazem parte de nossa vida, dos encantos de nosso planeta que nos oferece absolutamente tudo para nosso sustento.
Estamos ocupados demais em superar as expectativas no trabalho, no relacionamento amoroso e até nas redes sociais, e com isso perdemos oportunidade magníficas de se deixar contagiar pelo sorriso franco de uma criança, de observarmos o céu estrelado, a dança das folhas de árvores ao ritmo da música do vento, de usufruir conscientemente do calor do sol, e por aí vai...
Somos impulsionados a ser melhores...mas melhores em quê mesmo? Vamos pensar um momento: hoje é seu ultimo dia de vida. Você está deitado em sua cama, sem mais expectativas de sobrevivência. Será que em seus minutos finais você irá recordar das metas que conseguiu alcançar no escritório? Ou mesmo de como aquele vestino fez sucesso naquela festa? Em quantos seguidores do twiter adquiriu? Acho improvável...
Acredito que neste momento, você se lembrará dos doces momentos de sua infância, do aconchego familiar, do cheiro do colo de sua mãe, da gargalhada gostosa de seu filho. Desejará estar em meio á natureza, sentir o toque do vento bagunçando seus cabelos, da sensação agradável do sol batendo em sua pele. Duvido que nessa hora você se imagine no trabalho, levando aquele tapinha nas costas de reconhecimento!
Então por quê se adequar a esse novo modelo de ser humano, que coloca em segundo plano as verdadeiras maravilhas de se estar vivo?
A vida é uma viagem tão magnífica...que tal embarcar nela? Ah, mas não esqueça de uma coisa: laptop, celular e notebook não são permitidos!
Estamos ocupados demais em superar as expectativas no trabalho, no relacionamento amoroso e até nas redes sociais, e com isso perdemos oportunidade magníficas de se deixar contagiar pelo sorriso franco de uma criança, de observarmos o céu estrelado, a dança das folhas de árvores ao ritmo da música do vento, de usufruir conscientemente do calor do sol, e por aí vai...
Somos impulsionados a ser melhores...mas melhores em quê mesmo? Vamos pensar um momento: hoje é seu ultimo dia de vida. Você está deitado em sua cama, sem mais expectativas de sobrevivência. Será que em seus minutos finais você irá recordar das metas que conseguiu alcançar no escritório? Ou mesmo de como aquele vestino fez sucesso naquela festa? Em quantos seguidores do twiter adquiriu? Acho improvável...
Acredito que neste momento, você se lembrará dos doces momentos de sua infância, do aconchego familiar, do cheiro do colo de sua mãe, da gargalhada gostosa de seu filho. Desejará estar em meio á natureza, sentir o toque do vento bagunçando seus cabelos, da sensação agradável do sol batendo em sua pele. Duvido que nessa hora você se imagine no trabalho, levando aquele tapinha nas costas de reconhecimento!Então por quê se adequar a esse novo modelo de ser humano, que coloca em segundo plano as verdadeiras maravilhas de se estar vivo?
A vida é uma viagem tão magnífica...que tal embarcar nela? Ah, mas não esqueça de uma coisa: laptop, celular e notebook não são permitidos!
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