Quem é que já não foi contrariado em seus desejos mais profundos, nas aspirações mais altas? Quem é que já não teve a certeza de estar no caminho certo, apostando todas as fichas nas cartas em que tinha na mão e ...quebrou a cara?
Quantas vezes já não nos questionamos do por quê certas coisas acontecerem (ou não) em nossa vida, se todos os indícios nos levavam a crer que estávamos na estrada correta a se seguir?
E quanto as lágrimas? Como choramos não? Mesmo aquele choro interno...quando o corpo se fecha e não permite a cachoeira correr, mas a alma...ah, a alma meu amigo - está gritando feito uma desvairada dentro de você, aprisionada pela sua vaidade, pelo orgulho que move o mundo onde é "feio" admitir que se errou.
Hoje eu dedico o dia para as perguntas, pois as resposta nunca (ou sempre) é óbvia - mas acima de tudo - muito pessoal.
Quantas vezes já não nos questionamos do por quê certas coisas acontecerem (ou não) em nossa vida, se todos os indícios nos levavam a crer que estávamos na estrada correta a se seguir?
E quanto as lágrimas? Como choramos não? Mesmo aquele choro interno...quando o corpo se fecha e não permite a cachoeira correr, mas a alma...ah, a alma meu amigo - está gritando feito uma desvairada dentro de você, aprisionada pela sua vaidade, pelo orgulho que move o mundo onde é "feio" admitir que se errou.
Hoje eu dedico o dia para as perguntas, pois as resposta nunca (ou sempre) é óbvia - mas acima de tudo - muito pessoal.
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