Hoje, dissemos adeus à mais uma pessoa muito querida de nossa família.
Em momentos de partida, sempre faço uma retrospectiva não só da vida de quem parte, mas sim da de quem fica - da minha em especial.
Começo relembrando os momentos mais agradáveis que passei junto aquela pessoa, enalteço suas qualidades e se alguém citar seus defeitos, procuro amenizá-los, igualando-os aos meus.
Em seguida, olho ao meu redor e procuro estabelecer uma "linha do tempo", agregando todos a minha volta ao contexto, à nossa vida em comum.
E por último, me imagino me despedindo de mim mesma. Desculpem-me, mas isso é inevitável pra mim...E apesar de alguns acharem isso uma coisa mórbida, acredito ser bastante coerente e de grande ajuda em meu desenvolvimento material/espiritual/social/familiar.
A morte é uma coisa de que tentamos fujir, de que não ousamos pensar vivenciar a experiência, mas é a única que realmente se pode afirmar - SIM, EU MORREREI, E VOCÊ TAMBÉM!
E pra onde iremos após isso?
Bem, alguns imaginam que irão para o céu, pois são anjos de candura, pessoas extremamente boas e puras, dignas da sinfonia das trombetas dos querubins, quando chegarem ao portão de ouro que será aberto por São Pedro.
Outros remoem-se em culpas, imaginando-se queimando em labaredas, onde pagarão por seus pecados, sem a mínima chance de absolvição do Senhor.
Existem aqueles também que acreditam que quando se morre, tudo acaba. Seu sopro de vida esvai-se com o curto-circuito de seu corpo.
Bom, direi o que eu penso - sem apologia a esta ou aquela religião - até por que não discuto sobre esse assunto. Religião nunca me seduziu, mas sim a espiritualidade.
Acredito que o espírito seja a obra-prima de nosso Mestre. O corpo de carne é apenas uma vestimenta, para que possamos realizar aquilo a que nos propomos em nossa verdadeira pátria na espiritualidade.
O céu ou inferno vivem dentro de nós, é aquela semente que aguamos a cada palavra, a cada ação, a cada pensamento. Tudo, absolutamente tudo em nossa vida, é resultado exato de nossa conduta.
E infelizmente, nossa conduta na maioria das vezes não é tão legal assim, então, nosso querido Pai nos dá sempre mais uma chance de acertarmos, e assim se constrói uma sucessão de existências, destinadas à evolução.
Por isso, antes de julgarmos isso ou aquilo, devemos sempre imaginar de que em algum dia, fomos igual ou pior do que aquela pessoa.
O fato é que devemos ter em mente de que podemos partir a qualquer momento, sem aviso, sem sinalização alguma - e isso nos acarreta a imensa responsabilidade de pelo menos tentarmos, ser pessoas melhores.
E antes que isso vire uma "pregação", terminarei esse texto com uma pergunta:
Se hoje fosse seu último dia de vida, você estaria satisfeito com quem foi e o legado que deixou?
Em momentos de partida, sempre faço uma retrospectiva não só da vida de quem parte, mas sim da de quem fica - da minha em especial.
Começo relembrando os momentos mais agradáveis que passei junto aquela pessoa, enalteço suas qualidades e se alguém citar seus defeitos, procuro amenizá-los, igualando-os aos meus.
Em seguida, olho ao meu redor e procuro estabelecer uma "linha do tempo", agregando todos a minha volta ao contexto, à nossa vida em comum.
E por último, me imagino me despedindo de mim mesma. Desculpem-me, mas isso é inevitável pra mim...E apesar de alguns acharem isso uma coisa mórbida, acredito ser bastante coerente e de grande ajuda em meu desenvolvimento material/espiritual/social/familiar.
A morte é uma coisa de que tentamos fujir, de que não ousamos pensar vivenciar a experiência, mas é a única que realmente se pode afirmar - SIM, EU MORREREI, E VOCÊ TAMBÉM!
E pra onde iremos após isso?
Bem, alguns imaginam que irão para o céu, pois são anjos de candura, pessoas extremamente boas e puras, dignas da sinfonia das trombetas dos querubins, quando chegarem ao portão de ouro que será aberto por São Pedro.
Outros remoem-se em culpas, imaginando-se queimando em labaredas, onde pagarão por seus pecados, sem a mínima chance de absolvição do Senhor.
Existem aqueles também que acreditam que quando se morre, tudo acaba. Seu sopro de vida esvai-se com o curto-circuito de seu corpo.
Bom, direi o que eu penso - sem apologia a esta ou aquela religião - até por que não discuto sobre esse assunto. Religião nunca me seduziu, mas sim a espiritualidade.
Acredito que o espírito seja a obra-prima de nosso Mestre. O corpo de carne é apenas uma vestimenta, para que possamos realizar aquilo a que nos propomos em nossa verdadeira pátria na espiritualidade.
O céu ou inferno vivem dentro de nós, é aquela semente que aguamos a cada palavra, a cada ação, a cada pensamento. Tudo, absolutamente tudo em nossa vida, é resultado exato de nossa conduta.
E infelizmente, nossa conduta na maioria das vezes não é tão legal assim, então, nosso querido Pai nos dá sempre mais uma chance de acertarmos, e assim se constrói uma sucessão de existências, destinadas à evolução.
Por isso, antes de julgarmos isso ou aquilo, devemos sempre imaginar de que em algum dia, fomos igual ou pior do que aquela pessoa.
O fato é que devemos ter em mente de que podemos partir a qualquer momento, sem aviso, sem sinalização alguma - e isso nos acarreta a imensa responsabilidade de pelo menos tentarmos, ser pessoas melhores.
E antes que isso vire uma "pregação", terminarei esse texto com uma pergunta:
Se hoje fosse seu último dia de vida, você estaria satisfeito com quem foi e o legado que deixou?
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