Tantos avanços tecnológicos, total acesso à informação, globalização, etc...e continuamos ocos.
Como me entristeço ao observar a raça humana, inclusive à mim.
Tantas oportunidades de crescimento nos são oferecidas no dia-a-dia, e ainda estamos presos à velhos padrões que nada significam, que têm por fim apenas a escravização do indivíduo, à anulação de sonhos e de nosso principal bem - a liberdade.
Os meios de comunicação não passam de dispositivos para criar falsas imagens em nossa mente, incutindo assim, falsos exemplos a serem seguidos por nossas crianças, tornando-os brevemente, adultos insatisfeitos com sua própria realidade, sendo esta, a realidade que eles abraçaram em sua inocência em tenra idade.
Somos insatisfeitos com nosso corpo, com o trabalho, familiares e principalmente o drama estende-se aos relacionamentos amorosos/sociais.
Nos acostumamos a despejar no outro nossas expectativas, construídas no terreno fértil - embora perigoso - das ilusões.
Preconceitos que não sabíamos possuir vêm à tona, num momento de ira ou despeita. Violência descabida, total desvalorização à vida, depravação do corpo e de princípios básicos como a educação e o respeito ao próximo.
Infelizmente, esta fagulha está presente em todos, afirmo com tristeza. O problema está exatamente em não assumirmos isso para ninguém, e principalmente para nós mesmos.
Vestimos a mascara sorridente, camuflando assim, o que vai à nossa alma. A angústia se transforma em ansiedade. O medo de assumirmos o que queremos e principalmente, o que realmente somos, se transforma em pânico.
Engordamos cada vez mais, por engolirmos situações que não nos agradam, mas satisfazem a sociedade em que vivemos, e em busca da aprovação, nos tornamos obesos, depressivos e paranoicos.
Até quando iremos suportar a pressão? Até onde assistiremos o noticiário e acharemos todo aquele caos normal? Quando iremos nos levantar e enxergar nosso real valor, e a partir daí, assumirmos as rédeas de nossas vidas?
Por hora, tudo o que posso fazer é refletir sobre as minhas ações. As suas, cabe à você.
Como me entristeço ao observar a raça humana, inclusive à mim.
Tantas oportunidades de crescimento nos são oferecidas no dia-a-dia, e ainda estamos presos à velhos padrões que nada significam, que têm por fim apenas a escravização do indivíduo, à anulação de sonhos e de nosso principal bem - a liberdade.
Os meios de comunicação não passam de dispositivos para criar falsas imagens em nossa mente, incutindo assim, falsos exemplos a serem seguidos por nossas crianças, tornando-os brevemente, adultos insatisfeitos com sua própria realidade, sendo esta, a realidade que eles abraçaram em sua inocência em tenra idade.
Somos insatisfeitos com nosso corpo, com o trabalho, familiares e principalmente o drama estende-se aos relacionamentos amorosos/sociais.
Nos acostumamos a despejar no outro nossas expectativas, construídas no terreno fértil - embora perigoso - das ilusões.
Preconceitos que não sabíamos possuir vêm à tona, num momento de ira ou despeita. Violência descabida, total desvalorização à vida, depravação do corpo e de princípios básicos como a educação e o respeito ao próximo.
Infelizmente, esta fagulha está presente em todos, afirmo com tristeza. O problema está exatamente em não assumirmos isso para ninguém, e principalmente para nós mesmos.
Vestimos a mascara sorridente, camuflando assim, o que vai à nossa alma. A angústia se transforma em ansiedade. O medo de assumirmos o que queremos e principalmente, o que realmente somos, se transforma em pânico.
Engordamos cada vez mais, por engolirmos situações que não nos agradam, mas satisfazem a sociedade em que vivemos, e em busca da aprovação, nos tornamos obesos, depressivos e paranoicos.
Até quando iremos suportar a pressão? Até onde assistiremos o noticiário e acharemos todo aquele caos normal? Quando iremos nos levantar e enxergar nosso real valor, e a partir daí, assumirmos as rédeas de nossas vidas?
Por hora, tudo o que posso fazer é refletir sobre as minhas ações. As suas, cabe à você.
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